segunda-feira, 31 de agosto de 2015

CONVITE ESPECIAL!

Olá pessoal que acompanha o blog "AS FACES DO GUERREIRO DA PAZ"! Gostaria de fazer um convite especial para vocês! Dia 16\09, á partir das 19 horas, na minha cidade natal, Taubaté-SP, lanço o meu primeiro livro LAÇOS DE CASAMENTO e gostaria de convidá-los para me prestigiar num grande encontro literário. Segue embaixo o convite e mais dúvidas, é só falar comigo por inbox ou mensagem pelo Facebook! Obrigado! Espero vocês lá! :)


domingo, 30 de agosto de 2015

SESSÃO NOVOS TALENTOS - LARISSA CÉSAR

CONTO DAS ESTAÇÕES

No princípio, havia apenas o Verão e o Inverno. 
O Verão dizia que seu sol alegre era mais importante que a chuva triste do Inverno.
E o Inverno dizia que o gelo que cobria a terra era mais bonito que as árvores verdes do Verão.
Iniciou-se uma batalha árdua entre os dois.
O Verão queria a extinção do Inverno e o Inverno queria que o verão fosse com o seu calor pra outro lugar.
Para acabar com aquilo o grande criador decidiu criar a Primavera, que era bem dócil, para apaziguá-los.
Mas as brigas só fizeram aumentar, pois o Verão e o Inverno se tornaram amigos da Primavera e eles tinham muito ciúme dela.
Quando o a primavera ia ver o Inverno:
- Tu passas tempo demais com o Verão – alegava o Inverno. – Como podes ser amiga dele?
- O Verão não é tão mau Inverno. Devia parar com essa briguinha e tentar ser amigo dele.
E quando a primavera ia ver o Verão:
- Onde estavas Primavera?
- Com o Inverno. Seus flocos de neve são encantadores!
- Lá vem você de novo! O calor é bem melhor que o frio.
- Pois eu me encanto com os dois – ela dizia.
Primavera era musa do verão e o inverno e nenhum deles queria dividi-la.
Por isso, o criador decidiu criar o Outono para impedir que o verão e o Inverno batessem de frente.
O Outono não falava muito com seus vizinhos por achar que eles eram estranhos demais, mas sempre que os via discutindo, ele cumpria o seu dever.
Certo dia, ele achou uma linda flor em sua casa que os fortes ventos do Inverno trouxe.
Curioso com aquilo, ele procurou o Verão:
- Verão, se eu faço folhas caírem e você as faz crescer, você também faz nascer isso? – ele mostrou a flor
-Flores? Não! Quem faz nascer as flores é a dócil Primavera.
- Primavera?
- Sim, ela tentou apaziguar as coisas entre mim e o frio Inverno antes de você aparecer.
- Seu calor me impede de vê-la. Por favor, Verão, deixe-me ver a criadora das flores!
- Outono bom Outono, fique onde está que é o seu lugar. A Primavera não gosta de folhas secas, gosta de folhas vivas.
Outono se enfureceu e disse:
- Faço suas folhas caírem. Faço ventos tão fortes quanto o Inverno. Por que acha que ela não vai gostar de mim?
- Por que ela faz tudo nascer e você faz o contrário.
- Mas...
- Esqueça Outono, volte a matar coisas vivas. A primavera, você não vai ver.
  Outono então foi procurar o inverno
- Inverno grande inverno, posso pedir um favor?
- Diga o que quer e eu direi se posso ajudar
- Gostaria de conhecer a primavera, ouvi falar de sua beleza e encanto.
- Oh! Pena que ela não quer conhecer você. – mentiu o Inverno.
- Mas por quê?
- Você faz as suas lindas flores murcharem. Achou que ela ia gostar disso?
- Inverno, por favor, deixe-me falar com ela. Não tenho culpa se estou entre você e o Verão. Não tenho culpa se o meu dever é preparar a terra para um frio imenso.
- Me elogiar não vai fazer eu te deixar passar. – sorriu o Inverno.
Triste por não poder ver quem pinta a terra de cores alegres, o outono passou a ter a raiva do verão e o inverno por eles estarem em seu caminho.
E eles por sua vez se juntaram para impedir o outono de mandar mensagens para a gentil primavera.
Certo dia, uma das folhas secas do outono conseguiu chegar à primavera.
Na folha estava escrito:

“Apesar de não conhecê-la, eu amo você Primavera. Ass: Outono"
 
Então a Primavera pediu explicações para o Inverno e o Verão:
- Quem é o Outono?
- Outono?  Seria uma árvore? – indagou-se o Verão.
- Provavelmente – concordou o Inverno.
- De uns tempos para cá vocês não tem brigado – observou Primavera. – Não há nenhum motivo?
- Há algo de bom no calor – falou o Inverno. 
- O frio não é tão ruim – disse o Verão.
- O que há além de vocês?
- Não há nada, nem ninguém – falaram ao mesmo tempo.
Primavera não ficou convencida e tentou passar, mas ele não deixou.
O Outono, que por natureza era solitário, ficou mais isolado ainda quando o Verão lhe trouxe uma pétala de flor com a seguinte mensagem: "Pare de me mandar folhas tristes e secas! Você um monstro!”.
- Eu disse garoto – falou o verão. – Ela não gosta de você.
Achando que a mensagem era mesmo de Primavera, o Outono caiu em tristeza e mágoa.
As folhas passaram a cair mais depressa e os ventos eram mais fortes.
Aos poucos o Outono foi ficando tão parecido com o Inverno, que muitos começaram a achar que ele não existia.
Primavera continuou tentando em vão chegar ao que faz as folhas caírem. Até que depois simplesmente parou, pois no fundo sabia que Verão e Inverno jamais a deixariam passar.


sexta-feira, 28 de agosto de 2015

SESSÃO NOVOS TALENTOS - SUSY MENDES

Qual jovem não sonha em ir à Nova York? Pouquíssimas, não é verdade? Ivria, uma garota de nome diferente, com seus 21 anos é uma dessas que sonha em ir à NYC. Seu sonho se torna real depois de muito tempo se preparando. Ela está vivendo seu sonho há um ano. Faz faculdade de moda e agora seu sonho é ser famosa no meio da moda. Ela tem vários amores: seus pais, livros, sapatos, seu cabelo vermelho - é tingido, mas quem liga? - e seu namorado, John, 22 anos. Ele é um nerd metido a fofo, que adora tecnologia e a adora mais que tudo.
Às vezes tudo está indo tão bem, e então vem a sorte e... muda tudo. Às vezes pra super bom, outras não. Depende da maneira que você queira ver.
Você pode estar pensando: "É mais um romance clichê, igual os que já li." É pode ser, mas há algo de valioso nos clichês, muitas pessoas sonham em viver um, eu mesma daria tudo para viver um clichê à lá Nicholas Sparks. - menos morrer no final do livro, por favor!
Espero que amem e surpreendam-se.
https://www.wattpad.com/story/48294213-sorte-ao-amor


domingo, 23 de agosto de 2015

SESSÃO NOVOS TALENTOS - JOYCE SILVA

Larissa, a pequena alma grande!

Larissa era uma garotinha de dez anos que nasceu e cresceu numa cidadezinha de mil habitantes no interior de Minas Gerais. Apesar da pouca idade, ela pensava grande. Amava flores, sendo sua favorita a orquídea, pois nessa espécie de flor havia uma coisa especial: ela tinha milhares de cores e formas diferentes; uma beleza quase real, assim como a menina.
A garotinha tinha cabelos pouco cacheados negros, com leves ondas que desciam ao longo das costas até a cintura, porém vivia com eles embaralhados em um coque no topo da cabeça; uma pele levemente morena e seus olhos eram de um castanho bem claro.
Ela não tinha muitos amigos, mas se virava bem no jardim com alguns diários que escrevia seus dias e os cinco gatos que rodeavam-na. Além de tudo, cercada de flores, Larissa se sentia no seu próprio mundo. Por isso, toda tarde depois que chegava da escola, esperava um zilhão de estrelas aparecerem no céu, deitada ao lado de uma cerca viva que estendia-se em volta de toda a casa.
Mesmo sendo muito jovem, ela já sabia que queria ser quando crescer. Queria fazer todo o mundo brilhante como as estrelas que via no céu e alegre como as orquídeas coloridas do jardim de sua mãe.


sábado, 15 de agosto de 2015

AVALIANDO COISAS - MELANCIA (LIVRO)

MELANCIA
Marian Keyes
1995

SINOPSE: Claire tem 29 anos, mora em Londres com seu marido e está grávida. Porém, logo após o parto de Kate – nome escolhido em homenagem a sua vó materna –, tem sua vida, aparentemente feliz, completamente mudada quando seu marido, James, revela que vai deixa-la, pois tem um caso a mais de seis meses com Denise – uma vizinha casada. Então extremamente sozinha, com uma recém-nascida nos braços e um corpo parecendo uma melancia; ela, com ajuda de Judy – sua melhor amiga –, decidi voltar para a casa dos pais, em Dublin, na Irlanda. Junto com seu pai, um homem machista, mas submisso à esposa; sua mãe, uma mulher sábia e muito paciente com “as loucuras” da sua filha e suas irmãs mais novas: Helen, uma moça linda, porém definitivamente cheia de personalidade; e Anna, a típica hippie. Lá, ela tenta ‘colocar a cabeça no lugar’ e digerir toda esta situação ruim. Claire, por causa do coração partido, sofre muito. Tem depressão, chora muito e começa a beber excessivamente. Mas, após dar a volta por cima, ela decide pensar nos prós e contras de um casamento desfeito. Entretanto, o destino prega-lhe uma peça: seu ex-marido reaparece tentando convence-la a assumir a culpa por tê-lo jogado nos braços de outra mulher. Claire vai recebê-lo, no entanto reservará uma bela surpresa para o ex.
OPINIÃO: O livro, apesar de ser uma comédia romântica clichê, prende o leitor por causa de sua história envolvente, onde torcemos pela volta por cima da personagem principal/narradora. Alguns personagens não são tão trabalhados no enredo, como Michael, o jardineiro. Entretanto, Helen e Anna foram bem mostradas pela autora, personagens que até tiveram mais realce do que a própria protagonista. Falando nisso, achei os monólogos da personagem principal, em certos momentos do enredo, cômicos e em outros, dramáticos demais, acredito que por causa do jeito ‘feminista’ da história. O vocabulário é compreensível e as palavras chamadas “indecifráveis” estão de acordo com o contexto do enredo. A única coisa que me incomodou foi que editora Bestbolso deixou a desejar na edição do livro, pois em algumas páginas do livro há algumas letras desfocadas e a falta de sinais de pontuação, principalmente dos travessões. Podendo causar falta de compreensão de algumas partes do texto.
NOTA: 7,5

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

POEMA RECENTE

SINTO FALTA

Hoje acordei triste,
pois você não estava aqui.
Lembro-me das coisas que vivi
e uma nostalgia invade minh'alma.

Sinto falta dos momentos que passamos.
Bons ou ruins? Importa que passamos.
Mas a vida é matreira,
tirou você de mim de forma traiçoeira.

Cada detalhe seu invade minha mente:
os olhos amendoados que adoravam me notar, 
seus longos cabelos negros que amava afagar
e seu lindo corpo que deixava-me adorar.

Tudo me faz lembrar:
conversas, sorrisos, músicas, anúncios de TV...
por isso, só existe uma coisa a falar:
- Sinto falta de você!