sexta-feira, 24 de julho de 2015

LAÇOS DE CASAMENTO - MEUS AGRADECIMENTOS!

Neste mês de julho, se vocês, caros leitores, repararem, venho colocando pouco conteúdo neste singelo blog. Não por que tenha o neglicenciado, mas, em primeiro lugar por causa das férias de julho, também as poucas visualizações, para ser sincero, desanimam um pouco e o principal, como não é um blog famoso, tenho tido poucas inspirações para novas ideias, devido a ansiedade e ao estresse que venho passando. Entretanto, não vim para tratar disso. Isso são apenas esclarecimentos do meu pouco aparecimento nas redes sociais: blogs, facebooks, whatszapps e afins.
Resolvi aparecer pois quero agradecer a algumas pessoas que tem perguntado sobre o livro "LAÇOS DE CASAMENTO", no qual escrevi com muito empenho no ano passado. Quero esclarecer a vocês que mesmo com problemas - adiamento de lançamento, crise financeira, etc. - o sonho de tê-lo publicado, ver que as pessoas o leem e gostam da história continua vivo. Não posso dar maiores informações sobre o mesmo para vocês por que agora só cabe esperar, mas como tive empenho em escrevê-lo, terei a mesma determinação em colocá-lo no patamar de boas leituras. Também quero agradecer as pessoas que, com muita sinceridade e critério, leram seu rascunho e - graças a DEUS! - gostaram da ideia passada. Isso me instiga mais a empenhar em escrever boas histórias e a continuar a conquistar meu sonho de ser escritor ou somente perpetuá-lo. Também queria agradecer as mais de 60 pessoas que, mesmo só vendo dois capítulos do livro, tiraram um pouquinho do seu tempo corrido para vê-los.
Para aquele que chegou agora e não tem a miníma ideia do que estou postando, eu escrevi um livro chamado LAÇOS DE CASAMENTO, um nome clichê de romances água-com-açúcar ou de livros de auto-ajuda. Entretanto, não tem nada haver com as duas coisas, pois trata-se de um romance que aborda muitas temas: relacionamentos familiares, amizades, entre outros. Para você melhor entendê-lo, divulgarei a sinopse mais uma vez:
Eduardo, um garoto tímido de dezessete anos, odeia casamentos. Mas por causa da constante presença de seus pais a essas celebrações tem que ir praticamente obrigado. Em um desses casamentos, conhece Bella, uma garota divertida, mas misteriosa que tem a mesma idade dele.  Eles, mesmo sem se conhecerem direito, se tornam amigos e, por causa da timidez do rapaz, resolvem se encontrar escondido aos casamentos em que ele vai.
Espero que você goste da história somente pela sinopse e se torne uma pessoa que torça pela publicação do livro, como este que vos escreve. Para aquele que conhece a história, só quero dizer:

quarta-feira, 22 de julho de 2015

AGRADECIMENTO

Numa quinta-feira de tempo nublado, resolvi ir a pé para o trabalho, pois estava estressado com os problemas da semana para dirigir. Não era muito longe o caminho de casa até o escritório. Mas, depois de percorrer algumas ruas, parei em uma típica praça e me sentei num banco.
Lá, pensei nos problemas de casa – família, dinheiro, contas..., porém eles terminaram quando vi algo: um homem idoso, por barba por fazer, camisa surrada, calça empoeirada e de botinas, para repentinamente de caminhar e colocando dois sacos pesados no chão faz o sinal da cruz. Em seguida, olha para o nada e começa a sussurrar algo inaudívelmente. Tento acompanhar seu olhar, imaginando que alguma igreja se encontrava ali, pois os católicos seguiam esta liturgia. Mas não vejo nenhuma. Depois, ele pega as sacolas do chão e sai como se nada tivesse acontecido.
De início, aquele senhor completamente maluco. Entretanto, durante a semana, aquilo fica na minha mente o tempo inteiro. Por isso, resolvo voltar à mesma praça, torcendo para aquele atípico senhor esteja lá. Não demora muito e ele aparece. Espero-o fazer o que havia me deixado intrigado.
Após fazer o seu estranho ritual, me aproximo e o cumprimento:
- Boa tarde.
- Taaaaarde!
- Posso lhe perguntar uma coisa?
- Craro.
- Por que o senhor, do nada, para de caminhar e faz o sinal da cruz? Pelo que vejo, aqui não tem nenhuma igreja.
- Sim. Aqui num tem igreja memo. Mai como sei que DEUS tá em todo lugar. Agradeço por tudo.
- Como assim?
- Memo eu num teno dinhero, nem minha véia do meu lado e uma casona grande. Deus ainda me deu vida e isto é bom demais da conta – um sorriso de satisfação aparece no rosto do homem.
Cumprimento o homem e depois de vê-lo ir embora, não reclamo mais de nada. Todos os dias, ao acordar, agradeço a DEUS por tudo que ELE me deu.


terça-feira, 14 de julho de 2015

AVALIANDO COISAS - BRAVURA INDÔMITA (LIVRO)

BRAVURA INDÔMITA
CHARLES PORTIS
1968

SINOPSE: O livro conta a história de Mattie Ross, uma garota de 14 anos, de Dardanelle, Arkansas, que após ter seu pai assassinado traiçoeiramente e tendo seus pertences roubados por Tom Chaney, abandona sua cidade natal e vai até Fort Smith para caçá-lo. Nesse tempo, tenta ajuda da polícia, mas por causa de um enforcamento, não consegue nenhuma ajuda. Aceitando o conselho do delegado contrata Reuben “Rooster” Cogburn, o agente federal com mais “fibra” entre todos, porém é beberrão, usa um tapa-olho e é interesseiro, tanto que a garota só recebe auxílio do mesmo, pois paga-o adiantado. Além dele, um Texas Ranger, La Beouf, aparece na cidade para capturar também Tom Chaney, que ele chama de Chelmsford e acaba entrando na empreitada da garota, com relutância da mesma. Por que o homem texano da lei, cheio de “crista”, não confiava nela. Era o faroeste americano, onde homens andavam de cavalos e sacavam suas armas; e mulheres ficavam na cozinha e cuidavam das contas. Mesmo assim, a jovem protagonista, cheia de personalidade e obstinação, parte com seus aliados inconstantes numa jornada em um território desconhecido à procura de vingança, enfrentando homens violentos e lutando contra os empecilhos que apareciam.
OPINIÃO: A obra tem um enredo bom, entretanto a pouquíssimas partes que prendem o leitor na história. Os personagens são ótimos; inconstantes do começo ao fim, que você não sabe o que farão diante dos acontecimentos do desenrolar da história, o melhor de tudo, são mostrados pelos olhos do narrador em 1º pessoa: a garota Mattie Ross.
O livro somente peca (no caso o traduzido para o português) na descrição das paisagens com os inúmeros vocábulos que os não-amantes de dicionários não conseguirão decifrar. Falando nisso, os indecifráveis vocábulos são misturados a linguagem informal, com contrações de preposições e pronomes novos como “agente”, deixando o vocabulário da obra um pouco confuso.    
NOTA: 7,0  


terça-feira, 7 de julho de 2015

SESSÃO NOVOS TALENTOS - ÉRIKA SANTOS

Quando frequentava com assiduidade a faculdade de Letras, mais certo no terceiro ano, conheci uma moça aparentemente mais velha que eu, mas de uma jovialidade profunda. Minha ingenuidade de adolescente macho-dominante viu a beleza ali, porém com o tempo voltei a si e viramos ótimos colegas. Inclusive ela me dava bons conselhos. Inaugurando a SESSÃO NOVOS TALENTOS, hoje mostrarei um belíssimo poema sobre pais de ÉRIKA SANTOS. Espero que este escrito da moça os faça pensar ou se emocionar, como esse que vos escreve no momento em que o leu,

Pai

Pai

Ontem andei sozinha

Por um lugar onde, outrora,

Passamos juntos.

Por um instante

Parecia ter visto

Nós dois.

Você me ensinando sobre a vida

Explicando que é preciso pouco para ser feliz.

Mas ontem eu estava sozinha

E descobri que cresci

Que não preciso mais que você me mostre

Que já aprendi

Que posso fazer sozinha

Que devo confiar em mim

Afinal, sou adulta, responsável, independente,

Auto-suficiente.



Ontem, pai

A adulta independente

Ao passar por aquele mesmo lugar

Onde outrora passamos juntos

Pareceu ver uma menininha

Ouvindo com atenção

O que seu pai, pouco instruído,

Ensinava-lhe sobre a vida

A simplicidade da vida.

E o coração doeu

De vontade de ouvir tudo outra vez

De sentir seu abraço

De confiar que tudo vai dar certo.



Mas eu cresci.

Eu cresci...


quinta-feira, 2 de julho de 2015

TENTANDO SER JORNALISTA!

Como ninguém quis compartilhar suas histórias na "SESSÃO NOVOS TALENTOS" do Blog, voltemos ao egocentrismo de antes. Hoje mostrarei que tenho também o lado jornalista tanto que escrevi uma crônica (na verdade essa é a segunda, pois já havia postado uma aqui) sobre ajudar pessoas e o quão importante é isso! Isso é só para mostrar que quero ajudar vocês novos escritores e não é uma indireta, tá? rs

Ser bom samaritano ou egoísta? Eis a questão.


Nesse ano de 2010, muitas tragédias aconteceram. No mundo: o terremoto do Haiti e do Chile que mataram milhões de pessoas, deixando os sobreviventes, já pobres, sem moradia e comida. No Brasil, como: Paraty, no Rio de Janeiro, no primeiro dia desse ano, provocando inúmeros deslizamentos de terra, as enchentes paulistas na grande São Paulo, as inundações nas Minas Gerais, no sul do país, alguns estados nordestinos e boa parte do país tupiniquim. No Vale do Paraíba, nesse ano, em São Luiz do Paraitinga, uma enchente alagou a cidade, fazendo a igreja histórica desabar. Recentemente, as mídias veiculam a enchente de Niterói. Muitos brasileiros ajudaram e ajudam os sobreviventes enviando doações em dinheiro ou mantimentos.
Nesses momentos trágicos que o espírito da solidariedade deve estar em nós, não só no dia 25 de dezembro. Mas será que você é bom samaritano nas situações banais de seu cotidiano? Ajudar uma pessoa doando uma coisa é ótimo, mas irrelevante quando você não pratica no decorrer de seu dia. Por exemplo:

Você vai sacar seu dinheiro banco e percebe uma pessoa cair na rua, independente do sexo, você a ajuda ou começa a rir da situação?
A maioria das pessoas, me incluindo, riria. Hoje com o aumento do egoísmo, confundido pelo egocentrismo, elas acham que ajudando uma pessoa publicamente, vão passar vergonha, dizendo no popular: “vão pagar um mico”, pois todos olharam. Já os bons samaritanos ajudam sem se importar o público o olham e sem se importar com a beleza física da vitima, independente do sexo.

Um homem bate ou aperta a campainha da sua casa, independente da hora,  pedindo dinheiro ou comida?  Você, percebendo que ele está alcoolizado, o ajuda, sabendo que ele pode vender a doação pra beber mais ou nega o pedido?
A grande maioria nega, por insegurança de imaginar que sua doação pode ser usada para o mal do homem. Há pessoas também que negam, por se importar com comentários maldosos de vizinhos, por não ficar bem um bêbado pedir ajuda em sua casa. Existem bons samaritanos que ajudam sem se importar com o destino de sua doação, por que acreditam que ajudando. DEUS vai levá-las ao céu quando morrerem.

Após ajudar um necessitado pedindo ajuda, você percebe que ele te enganou ou assaltou, a próxima pessoa que te pedir ajuda, você ajuda ou não?
Muitos negam ajuda pelo medo ou insegurança da violência, que está altíssima no mundo todo ultimamente. Por isso negam, correm quando, uma pessoa que aparenta ser um mendigo, pede ajuda, generalizando-os. Os bons samaritanos, mesmo com medo da violência, ajudam os necessitados e quando enganados ou assaltados por esses malfeitores, como bons cidadãos, chamam a polícia.

Esses exemplos, de nosso cotidiano, banais, comparado às tragédias citadas acima, nos fazem refletir como devemos agir com o próximo e se agirmos bem ou mal, por que agimos assim?  Aqui não julgo ninguém por ser o joio ou o trigo, mas nesses momentos devemos pensar como pensamos no Natal, ajudando nossos semelhantes, isso evita o egoísmo perpetuar no mundo do criador.


quarta-feira, 1 de julho de 2015

STEFANY CRIS - UM TALENTO RENASCIDO DAS CINZAS

Neste primeiro dia de julho, mostrarei uma ótima poetisa. Há conheço a muito tempo, éramos colegas, melhor dizendo, amigos de escola. Uma das coisas que mais me encantou nela, além do seu jeito divertido, foi a facilidade de escrever belíssimos poemas. Tanto que a mesma tinha, naquela época, inúmeros destes escritos em uma pasta. Mas o tempo e a rotina, sempre ela!... fizeram-na esquecer desse talento. Por isso, eu hoje renasço um dos talentos esquecidos da poesia que até a mesma se esqueceu. Com vocês Stefany Cris.

A certeza

Olho,
E começo a imaginar
Como posso fazer
Para ter você.
Penso,
Que é impossível
Esquecer-te
Como posso te dizer
Já não quero mais sofrer.
Já sinto,
O que faz acontecer
Que acerta
No amor
Sempre tem que sofrer.
Vivo,
Pensando em você
Quero te dizer
Que Eu amo Você.
Revelo,
Que você é o que sempre quis
Quero te conquistar
Para sermos felizes.
Vivo sorrindo,
E mostrando em mim
Que quando lutamos
Nós sempre chegamos em fins
Bens a gente precisa conquistar
Os maus nós sempre deixamos para trás
Então eu preciso conquistar o bem que você me faz sentir
E deixo que o mau de sofrer fique no esquecimento
Como eu aprendi
Decidindo

Amar Você...