domingo, 31 de maio de 2015

PENSANDO NOS MOMENTOS DE TRISTEZA

Nos momentos tristes, tem vezes que nem queremos existir. Pois sua cabeça "tricota" coisas que fazem sua mente, que já está carregada, a pensar coisas negativas e consequentemente viajar na depressividade. Em um momento desses, quando me senti o último dos homens, o mais fraco e vulnerável de todos, imaginei como seria meu velório e o pior, minha morte. Por isso, escrevi esse humilde poema lindo, mas depressivo. Espero que gostem e não chorem:
NO DIA EM QUE EU MORRER
No dia que eu morrer, quero que as pessoas fiquem alegres e não tristes como nos outros velórios que existem por aí.
Quero que através dos meus sonhos e ideias que escrevi no papel, elas não desistam de seus objetivos e nunca desistam de realiza-los.
Que cada familiar se lembre de algo que fiz: os abraços que dei no meu pai, os “Eu te amos” que disse pra minha mãe e as piadas que contei ao meu irmão.
Que meus amigos se lembrem de cada conselho que dei e que sempre se sintam felizes ao me recordarem.
Que as pessoas que encontrei, durante as minhas caminhadas, agradeçam ao indivíduo desconhecido que as ouviu pelo menos um momento.
Que os livros que li e as músicas que escutei durante a vida estejam na mão e nos ouvidos daqueles que estão ali.
Que o meu caixão não seja preto ou de cor amadeirado polido, mas cheio de bolinhas amarelas ou com figuras de palhaços para as crianças sorrirem.
E que o dia não esteja nublado ou chovendo como nos filmes, porém que tenha um sol que os homens tenham que usar boné e as mulheres, chapéus grandes.
Que no momento que me colocarem dentro da cova, as pessoas não joguem rosas ou me deem flores de defunto, mas que digam lembranças de situações que tiveram comigo.
Que se lembrem não dos momentos que fiquei doente, mas que estava cheio de vida, falando alguma besteira ou sorrindo de algum gracejo de uma menina.
Bom... os coveiros estão jogando terra em mim! Nesse momento quero que, no dia em que eu morrer, lembrem-se de mim!
http://pequenostextosemumblog.blogspot.com.br/2011/05/o-dia-em-que-eu-morrer.html

sábado, 30 de maio de 2015

VOLTANDO DAS CINZAS CIBERNÉTICAS

Olá meu caros seguidores, ou os que restaram. Tudo bem? Após quase dois anos voltei a escrever novamente uma postagem. Vocês, os que restaram, me perguntam: “O que houve, Igor? Morreu e ressuscitou?” E eu respondo: “Não.”
Muita coisa passou nesse tempo e resumindo, ficaria assim: trabalhei com panfletagem, minha tia morreu, abandonei um livro, escrevi outro... coisas que me fizeram amadurecer e ter experiências e histórias que dariam uma semana contando.
Mas vamos ao que interessa, decidi retomar com esse blog, que de tão abandonado estava juntando poeiras nos livros do papel de parede, por que depois de ver o blog de minha amiga Bruna Alves, uma futura jornalista, (não que eu tenha inveja, longe de mim), bem estruturado, escrito e interessante, (CULTURA LITERÁRIA, eu recomendo), senti uma saudade do meu blog. Além disso, quero divulgar meus trabalhos e falar sobre o meu recente livro: LAÇOS DE CASAMENTO. Um livro que tenho muito apreço e está quase sendo publicado. Também quero falar dos meus outros livros, contos, frases inspiradoras, ideias... enfim, mostrar meu trabalho.

Se você não gosta de pessoas egocêntricas, não recomendo este blog. Se sim, seja bem-vindo de volta ao AS FACES DO GUERREIRO DA PAZ!!!!